Polícia Federal e equipes

A cada enxadada um balde de minhoca, frase muito usada por pescadores a cata de iscas para pescaria, se enquadra muito bem nas ações da Polícia Federal e a equipe do magnífico Juiz Sérgio Moro e a promotoria que o assessora.

A cada dia uma tropa de novos vagabundos ladrões do erário público são conduzidos algemados por conta da corrupção que tomou conta do País no desgoverno daquele ex presidente alcoólatra e seus companheiros de quadrilha, que depois entregou para ma despreparada governar e deu no que estamos vendo.

Corrupção sempre teve no Brasil, mas desta maneira nunca. Quebraram uma das maiores empresas petrolíferas do mundo e saíram roubando onde viam uma porta aberta.

A preocupação com a administração do roubo era tão grande que esqueceram de administrar o País, não sobrava tempo.

No caminho tinha uma pedra, uma pedra no meio do caminho, diz o poeta mineiro. Aqui vamos substituir a palavra pedra por “juiz” que vai dar no mesmo efeito. A quadrilha jamais imaginava que alguém teria peito e coragem para encarar o sapo barbudo e seus asseclas, nunca antes da história política desta nação varonil de céu anil, verdes mares e selva fulgurante eles achavam que alguém teria esta determinação de tirar o doce da boca destes senhores, que se achavam acima do bem e do mal.

Vamos torcer para que esta sujeira seja encerrada com chave de ouro, a prisão do sapo barbudo. Só precisa alguém abrir o bico para completar tudo aquilo que a justiça já deve saber e já tem anotado em seus alfarrábios sobre o chefe da quadrilha.

Estamos torcendo.

Com a lanterna

Nossa indústria, coitadinha, parece mulher de malandro. Apanha, apanha e não aprende. Gosta. Vive ao sabor da onda de benesses e surfa no dólar.

Ontem, com o real valorizado e maquiado, não exportava. Agora com o dólar em alta a entrada de produtos estrangeiros está tomando o mercado.

Ficamos na lanterna por conta de políticas idiotas e antigas dos dirigentes. Na esperança de salvar o País, apostam tanto no mercado interno que nossos produtos são os piores possíveis em qualidade.

Temos uma indústria automobilística por conta do Collor que comparava nossos bólidos a carroças e com razão.

Depois disto nunca mais se abriram os portos para forçar ao industrial buscar a modernização.

A indústria da construção civil é um ninho de corrupção e uma febre de aditivos em contratos que nos envergonham. Precisa abrir para construtoras estrangeiras e modernizar, também, esta área.

Mudanças para ontem

Uma vergonha internacional é a proteção de mercado em diversas áreas da economia nacional.

A construção de estradas é um exemplo disto. A prova é a corrupção que corre solta neste meio. Os preços altos e por ai afora.

Falta muito para este País sair desta lama. Uma reforma administrativa, tão propalada, mas falta culhão roxo para colocar isto em prática dos nossos políticos. Enquanto esta tropa de malandros que ai está estiver no poder, será difícil haver mudanças.

Outra mudança que está caindo de podre e velha é a mudança nas leis trabalhistas do Brasil. Não podemos ter uma panificadora recolhendo os mesmo encargos que recolhe as Lojas Americanas. Uma coleção de artigos de 1943, assinada pelo ditador Getúlio Vargas. Completamente fora do contexto e da situação comercial do séc. XXI.

De A a Z

Com a lista de pessoas envolvidas na operação Lava-Jato já é possível montar ou criar uma lista telefônica de tanta gente relacionada neste escândalo.

Detalhe, apenas dois números bastam. A da Polícia Federal e do presídio da grande Curitiba.

As de sempre

Que estamos numa merda federal ninguém tem duvidas. As ações da petezada para voltar as tetas, então, a cada minuto surge uma nova e brilhante ideia do Cardozão, que diga-se de passagem acho que já cansou pela defesa que tem apresentado, será que não lê nenhum jornal, nenhuma revista semanal ou não assiste os tele-jornais?

Mas o que, também, chama atenção é ultimamente só se vê isto: brigas dos taxistas contra o aplicativo Uber, artistas revoltados, uuuiiii, com o fim do dinheiro fácil (teta) do Ministério da Cultura, operadoras de telefonia brigando com o Whats App, fabricantes nacionais pedindo, novamente, empréstimos subsidiados do BNDES e barreiras alfandegárias para deixar concorrentes estrangeiros fora do páreo, mais uma vez.

Tirando isto, as páginas policiais com as notas de sempre e crimes que só mudam os personagens.

No futebol as notícias são mais policiais do que esportivas. Uma vergonha só!