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Qualificar o empresário é necessário      22/12/2011

Os empresários cobram, e muito, que não há qualificação profissional nos candidatos às suas vagas de emprego. Todos somos unânimes neste aspecto. Existem vagas mas não temos mão de obra qualificada.

De que adianta cobrar qualificação profissional dos seus colaboradores se o próprio empresário não busca a reciclagem.

Não vamos exigir que cada empreendedor tenha uma faculdade deste ou daquele curso. O mundo corporativo é rico em números de empresários que são verdadeiros sucessos nos negócios.

Mas buscar conhecer melhor o seu ramo e buscar aperfeiçoamento para melhor tocar o negócio é uma obrigação.

Existem diversos endereços na internet que proporcionam cursos gratuítos e de entidades de ensino de nomes reconhecidos no Brasil e no exterior. A Fundação Getúlio Vargas oferece no endereço www5.fgv.br/fgvonline/cursosgratuitos.aspx uma coleção de cursos para diversas opções do mercado.
O Ministério da Industria e Comércio e do Mercosul – MDIC – está oferecendo mais quatro cursos voltados ao mundo corporativo, gratuitamente.
Na Austria, um grupo de profissionais oferece consultoria a preços módicos (U$ 99), disponível em inglês, francês, alemão, russo e espanhol no endereço http://www.feedbackers.biz

Portanto não existem desculpas para ficar alheio as novas perspectivas do mercado. Coloque a mão na massa ou melhor, no teclado do seu computador e busque conhecimento gratuíto para você e a sua empresa crescerem juntos.
Não custa lembrar que o único segredo para isto é colocar os glúteos na cadeira. Apenas isto.
Boa sorte.

Qualificação profissional ou quase profissional postado em 21/12/2010

Existem milhares de vagas de empregos disponíveis no Brasil e em especial aqui em Cascavel. Também, existe um exército de pessoas dispostas a trabalhar.

Acontece que as vagas disponíveis exigem qualificação e pessoas qualificadas são poucas. As empresa estão contratando até qualificados “meia boca”. Por necessidade de cumprir e honrar seus compromissos.

Agora, por ocasião do final de ano, as vagas temporárias fazem a festa de muitos interessados em conseguir uma vaga e serem contratados após o período de experiência. Uma grande maioria vai seguir este caminho, mostrando seu valor, charme, educação e bom relacionamento entre os novos colegas e a clientela.

A grande maioria das empresas no Brasil são compostas por micro e pequenas empresas. Neste universo predomina a empresa familiar e aquela com até quatro funcionários. São a maioria.

Os números disponíveis pelo Sebrae na terceira edição do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa, são de mais de 5,8 milhões de empresas formais estabelecidas no Brasil, que representam 99 % de micro e pequenas empresas, que empregam 52,3 % da força de trabalho neste País.

De acordo com a Lei Complementar ou LC 123/2006, ela define, que microempresa é aquela que fatura até R$ 240.000,00 ao ano. E a empresa de pequeno porte deve faturar até R$ 2.400.000,00 ao ano. Acima deste valor a empresa é enquadrada no super simples. Também temos outra LC, a de número 128/2008 que privilegia aqueles empreendedores que estavam a margem da sociedade empresarial. Por meros R$ 57,00 de impostos mensais, o futuro Micro Empresário Individual, o MEI ou o EI poderá contar com todos os diretos de um empresário já estabelecido.

Para dar suporte a estes estabelecimentos comerciais, como mencionávamos, exige-se que o candidato esteja qualificado. Esta qualificação profissional exige conhecimento de informática e de suas ferramentas. É interessante já ter alguma experiência na área.  Em alguns casos, o primeiro emprego é a grande oportunidade de treinar e moldar o indivíduo de acordo com os padrões da empresa a contratar alguém com vícios de outras empresas. A apresentação física do candidato deve ser o mais comportado possível. Nada de piercing, brincos, tatuagens e outros adereços. Existe muito preconceito sobre estes “enfeites” por parte dos empresários. Fumante então, nem pensar. Quanto mais politicamente correto, melhor a chance de conseguir a vaga.

Sobre cursos qualificadores, existem diversos no mercado. Muitos já fecharam. Eram verdadeiras arapucas para tirar os parcos recursos dos desempregados. Os que ainda persistem devem ser dados os devidos créditos.

Luiz Sérgio Martins Wosiack
Bacharel em Direito
Pós graduado em Gestão Ambiental

Texto publicado no site www.estagioscascavel.com.br

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