Exame de câncer de próstata passa a ser obrigatório no SUS A detecção precoce da doença será exigida sempre que o médico considerar o procedimento necessário, conforme consta na lei publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial. Comentários: Foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União a Lei 13.045, que garante a detecção precoce do câncer de próstata pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Com a publicação, as unidades de saúde da rede pública são obrigadas a fazer exames de detecção precoce do câncer de próstata sempre que, a critério médico, o procedimento for considerado necessário. Saiba Mais Estudo recomenda tomate para prevenir câncer de próstata Câncer de próstata pode ser sexualmente transmissível Ciclismo pode aumentar risco de câncer de próstata Estudo aponta avanços no tratamento do câncer de próstata A lei prevê a sensibilização de profissionais de saúde por meio da capacitação e da reciclagem em relação aos novos avanços nos campos da prevenção e da detecção precoce da doença. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre homens – seguido pelo câncer de pele não melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total. Ainda segundo o Inca, a doença é considerada um câncer da terceira idade, já que aproximadamente três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Na fase inicial, a evolução é silenciosa. Muitos pacientes não apresentam sintomas ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite). Já na fase avançada, o câncer de próstata pode provocar dor óssea, sintomas urinários, infecção generalizada e insuficiência renal. A estimativa é que, neste ano, 68.800 novos casos de câncer de próstata sejam registrados no Brasil. Agência Brasil

Exame de câncer de próstata passa a ser obrigatório no SUS

A detecção precoce da doença será exigida sempre que o médico considerar o procedimento necessário, conforme consta na lei publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial.

Foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União a Lei 13.045, que garante a detecção precoce do câncer de próstata pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com a publicação, as unidades de saúde da rede pública são obrigadas a fazer exames de detecção precoce do câncer de próstata sempre que, a critério médico, o procedimento for considerado necessário.

Estudo recomenda tomate para prevenir câncer de próstata Câncer de próstata pode ser sexualmente transmissível

 Ciclismo pode aumentar risco de câncer de próstata
Estudo aponta avanços no tratamento do câncer de próstata
A lei prevê a sensibilização de profissionais de saúde por meio da capacitação e da reciclagem em relação aos novos avanços nos campos da prevenção e da detecção precoce da doença.
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre homens – seguido pelo câncer de pele não melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total.
Ainda segundo o Inca, a doença é considerada um câncer da terceira idade, já que aproximadamente três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Na fase inicial, a evolução é silenciosa.  Muitos pacientes não apresentam sintomas ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar, necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite). Já na fase avançada, o câncer de próstata pode provocar dor óssea, sintomas urinários, infecção generalizada e insuficiência renal.
A estimativa é que, neste ano, 68.800 novos casos de câncer de próstata sejam registrados no Brasil.

Agência Brasil

Leia a cartilha que o PT está usando no Brasil para implantar o comunismo

Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra
Delegacia do Estado de Mato Grosso do Sul

COR UNUN ET ANIMA UNA PRO BRASÍLIA

UM SÓ CORAÇÃO E UMA SÓ ALMA PELO BRASIL

NÚCLEO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS GRAMSCI no BRASIL
AGRADECIMENTO
A todos que participaram dos estudos que culminaram no presente trabalho com a
finalidade de “conhecer o Brasil para melhor servi-lo”.

PROPOSTA
Estimular o debate, reunindo e unindo todos em torno do bem-comum, colocado
acima de interesses pessoais e de qualquer espécie de grupo, para a criação de um
Projeto de Nação fundamentado no processo histórico-cultural brasileiro.

METODOLOGIA
Identificar ideias, atitudes, comportamentos e ações que estão em harmonia com o
marxismo-gramscismo para, através da “via pacífica”, transformar o Brasil em uma

República Socialista.
Antonio Gramsci(1891-1937)
Intelectual italiano e um dos fundadores do Partido Comunista Italiano
(PCI) em 1921, percebeu que a implantação do comunismo nos países do Ocidente
não deveria seguir o modelo russo (LENIN) do uso da violência para conquistar ou
tomar o Estado, mas, sim, ao contrário, primeiro conquistar o Estado e depois,
então, a aplicação da violência para finalizar o processo.
Nessa concepção, destaca-se o valor atribuído ao seu entendimento de
Sociedade Civil como sendo o espaço social onde deve ocorrer a luta pela
hegemonia , para que a classe subalterna passe a ser a Classe Dirigente.
Um grupo social da classe dirigente, assumindo o controle da Sociedade
Política (Estado), permite que o partido da Classe Dirigente seja
posicionado acima do Estado.
A manobra é simples, lenta e gradual. Utiliza-se dos instrumentos
legais e políticos da democracia para, de forma pacífica e sorrateira, minar e
enfraquecer as principais trincheiras democráticas:Executivo, Legislativo,
Judiciário, Forças Armadas, Religião e a Família.
Usando a propaganda subliminar, o populismo e a demagogia, as consciências são
entorpecidas e é criada a sociedade massificada para a luta pela hegemonia.
O envolvimento estratégico também é simples e eficaz, conduzindo o
processo em três fases:
– na primeira, organiza o Partido das Classes Subalternas e luta pela ampliação
das franquias democráticas para facilitar a ação política, explorando as deficiências
e vulnerabilidades do governo;
– na segunda, luta pela hegemonia das classes subalternas, criando as condições
para a tomada do poder;
– na terceira fase, toma o poder, impondo novos valores e princípios através de
uma nova ordem.
O “socialismo pacífico” é a etapa intermediária para o “socialismo marxista”, o marxismo-leninismo, o comunismo…

Preso em 1926, escreveu na prisão “Cadernos do Cárcere” contendo o seu pensamento sobre a tomada do poder de forma pacífica. Foi libertado pouco
antes de morrer em 1937.
O gramscismo contagiou países da Europa e, hoje, está transbordando na América do Sul.

A PENETRAÇÃO GRAMSCISTA NO BRASIL
FINALIDADE
Criar as melhores condições para transformar o Brasil em uma República Socialista
sob a inspiração de Antônio Gramsci.

OBJETIVOS
1. Obter a hegemonia na sociedade civil.
2. Obter a hegemonia na sociedade política (Estado).
3. Estabelecer o domínio do intelectual coletivo (Partido Classe).
4. Silenciar os intelectuais independentes.

MÉTODO
Realizar a transformação intelectual e moral da sociedade pelo abandono de
suas tradições, usos e costumes, mudando valores culturais de forma progressiva e contínua, introduzindo novos conceitos que, absorvidos pelas pessoas, criam o “senso comum modificado”, gerando uma consciência homogênea construída com sutileza e sem aparente conteúdo ideológico,buscando a identificação com os anseios e necessidades não atendidas pelo poder público.

Assim é estabelecido o desejo de mudança em direção a um mundo novo, com
a sociedade controlada através dos mecanismos de uma “democracia popular”,
onde os pensadores livres, temendo o rótulo de retrógrados ou alienados, se
submetem a uma prisão sem grades, calando a voz da divergência existente dentro
de si e se deixam, assim, vencer pelo “senso comum modificado”. Este prossegue
intoxicando a sociedade, sob a égide do Estado, usado para reduzir e suprimir a
capacidade de reação individual e coletiva.
Nesse momento, está construída a base para a “tomada do poder” e consequente implantação do Estado Socialista.

AÇÕES QUE TÊM ENFRAQUECIDO AS TRINCHEIRAS DA DEMOCRACIA NO BRASIL
I. Nos PARTIDOS POLÍTICOS
1. Estimular o número elevado de partidos para enfraquecer a oposição e facilitar
a tática de “ aliança”, favorecendo o “partido classe”.
2. Manter a regionalização dos partidos; o controle por caciques ou
oligarquias regionais afeta a unidade nacional, favorecendo o
enfraquecimento dos partidos políticos de oposição e favorecendo o “partido classe”, que possui “unidade de comando”.
3. Admitir a pluralidade de esquerda para ser bem explorada pelo “partido classe”
por tempo determinado.
4. Esvaziar as poucas lideranças da oposição através de patrulhamento e ataque
(dossiê) direto ou indireto (parentes).
5. Criar fatos novos para o esquecimento das mazelas de militantes do
“partido classe” e aliados.
6. Afastar ou mudar de cargo o militante com erro focado pela mídia de oposição,
para a sua proteção e do “partido classe”.
7. Usar a “mídia da situação” para silenciar as mazelas dos militantes do
“partido classe”.
8. Infiltrar militantes nos outros partidos para obter o seu controle e esvaziar os
líderes de oposição, os neutros e os que não são adeptos do “partido classe”.

II.No EXECUTIVO
1. Criar aparelhos governamentais de coerção.
2. Distribuir cargos em órgãos e empresas públicas para militantes do partido-
classe e seus aliados, em todos os níveis da administração (federal, estadual
e municipal), (aparelhar o Estado).
3. Criar uma estrutura policial que possa ser transformada em Guarda Nacional
ou Guarda Pessoal ou em Polícia Política (Polícia Federal, Força Nacional)
para emprego imediato, quando chegar o momento oportuno.
4. Ampliar o “curral eleitoral” usando o assistencialismo como fim e não
como meio, mantendo o benefício por tempo indeterminado.
5. Manter o “curral eleitoral” através de um sistema de ensino, controlando o
baixo nível de aprendizagem e desenvolvimento da inteligência.
6. Silenciar a imprensa através de emprego da verba pública destinada à
propaganda, mantendo a população sem informação correta.
7. Neutralizar políticos de oposição e aliados através de distribuição de
dinheiro, cargo público ou qualquer outro tipo de benefício pessoal ou familiar.
8. Criar ou fortalecer um organismo sulamericano para diminuir a importância da
OEA (EUA).
9. Participar de um bloco sulamericano de repúblicas socialistas democráticas.
10. Facilitar a penetração cultural e a projeção dos intelectuais orgânicos.
11. Denegrir heróis nacionais.
12. Enaltecer militantes da ideologia marxista.
13. Desmerecer fatos e vultos marcantes da História Nacional.
14. Impedir a tomada da Consciência Nacional.
15. Entorpecer a Vontade Nacional.
16. Eliminar valores do processo histórico-cultural nacional.
17. Mudar usos e costumes.
18. Enfraquecer o moral nacional.
19. Mudar traços da identidade nacional.
20. Mudar valores e princípios ético-morais.
21. Enfraquecer a família.
22. Enfraquecer a coesão-nacional.
23. Lançar a discórdia no seio da população.
24. Desviar o foco dos debates em torno de questões relevantes em áreas
estratégicas (saúde, educação, segurança, defesa, etc), isentando o Governo
de responsabilidade pelas deficiências e vulnerabilidades.
25. Estabelecer um poder paralelo ao do Estado (Conselho de Política Externa,
Comissão de Direitos Humanos, etc).
26. Alimentar as ONGs com o dinheiro público e estimular outras para
atuarem na sociedade civil, apoiando direta ou indiretamente a luta pela sua hegemonia.

III. NoLEGISLATIVO
1. Eleger militantes do Partido-Classe.
2. Unir temporariamente os partidos de mesma ideologia.
3. Fazer alianças com partidos de ideologia oposta.
4. Desmoralizar o Legislativo, mantendo privilégios, barganhas e a falta de
espírito público.
5. Criar leis para dar o respaldo às mudanças de usos, costumes e valores
da nacionalidade brasileira.
6. Obter o controle do Legislativo para conquistar o domínio da sociedade
política ( Estado), através do Partido-Classe.
7. Enfraquecer o Legislativo como fiscal do Executivo.
8. Submeter o Estado ao controle do Partido-Classe.

IV.No JUDICIÁRIO
1. Retardar ou impedir a modernização da estrutura do judiciário.
2. Retardar ou impedir o aperfeiçoamento do funcionamento do judiciário.
3. Estimular o corporativismo extremado na magistratura.
4. Manter o magistrado afastado do povo e das suas necessidades.
5. Difundir na sociedade civil as ideias de parcialidade, ineficiência e improbidade
do judiciário.
6. Desacreditar o judiciário perante as classes subalternas, explorando a
lentidão funcional e a corrupção e privilégios dos magistrados como funcionários públicos .
7. Aparelhar o judiciário com material humano de interesse.

V.Nas ESCOLAS
1. Usar as universidades como refúgio ideológico.
2. Buscar a hegemonia nos meios intelectuais.
3. Construir nova massa de manobra, usando as universidades, a mídia e as
editoras.
4. Criar a geração revolucionária nas escolas do ensino médio.
5. Usar professores da nova massa de manobra no ensino básico
(fundamental e médio).
6. Fortalecer o controle do sistema de ensino que não ensina a pensar, através
do MEC.
7. Apagar a memória do povo reescrevendo a história do Brasil para fatos e
vultos nacionais relevantes.
8. Mudar valores e princípios ético-morais (professores homossexuais no
ensino médio e fundamental, alterando a estrutura familiar).
9. Enfraquecer a vontade nacional.
10. Transformar a consciência nacional em consciência do partido político.
11. Controlar escolas e universidades particulares através de sindicatos e com
uma reforma universitária.

VI. NasFORÇAS ARMADAS

1. Enfraquecer a união dos militares, afastando os militares da ativa dos militares
inativos.
2. Enfraquecer o “espírito de corpo”, separando os oficiais generais da tropa.
3. Introduzir, a curto prazo, o uso de drogas entre os militares.
4. Disseminar, a médio prazo, o homossexualismo entre os militares.
5. Preparar, a longo prazo, as gerações de chefes militares que servirão ao
governo, e não à pátria, modificando a grade curricular das escolas de formação.
6. Enfraquecer a credibilidade e a confiança da população nas forças armadas.
7. Desestimular profissionalmente os militares que servem à pátria e não ao governo.
8. Criar o ambiente em que os oficiais terão apenas a visão da expressão militar
e não de todo o poder nacional.
9. Enfraquecer o “espírito combativo”, de fundamental importância no confronto bélico.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
O pensamento de Gramsci está sendo aplicado de forma dissimulada e protegida pelas franquias da democracia, tornando difícil a sua identificação.
Conhecendo o pensamento de Gramsci, as técnicas para a sua aplicação e com uma análise paciente e detalhada da conjuntura nacional,
chega a ser surpreendente a infiltração do marxismo-gramscismo na sociedade brasileira.
Encontrando Gramsci, a decisão sobre o quê e como fazer é do descobridor. (???)
Já é hora de deixarem de lutar por ideologias importadas, inadequadas às características do brasileiro, que atendem a interesses estrangeiros ao dificultarem o progresso do nosso país.

Desvios de dinheiro, mas e os culpados, onde estão?

Venho observando as notícias sobre as investigações da operação “Lava Jato”.

Como a maioria dos brasileiros, permaneço cética em relação aos resultados concretos, sempre adiados e depois esquecidos por todos, inclusive pelos mais revoltados cidadãos brasileiros.

Procuramos o culpado (ou culpados), pelo frustrante resultado e infelizmente, não sabemos a quem debitar a conta.

Como magistrada participei de diversas operações policiais grandiosas envolvendo autoridades.

Fui juíza rigorosa e atenta, mas pouco pude ver de concreto nos processos que consumiram grande parte do meu tempo como julgadora.

O que vi foram resultados muito aquém dos esforços e gastos na condução do processo.

Portanto, falo com a propriedade de quem conhece o sistema nas suas entranhas.

Os únicos processos grandes, envolvendo corrupção da cúpula do poder com resultados visíveis foram: o determinante do impeachment de Collor, quando ficou provado ele ter recebido propina – representada por um Fiat; o Mensalão, quando as provas evidentes do processo deixaram o STF, sem alternativa senão a condenação.

Para não parecer pessimista, basta lembrar dentre os maiores escândalos financeiros envolvendo altos figurões da República e desvios de recursos públicos, cujo destino já se sabia de antemão – iriam para as campanhas eleitorais e engordariam as contas pessoais dos candidatos e seus parceiros:

Anões do Orçamento (1989 a 1992, 800 milhões dentro do Congresso Nacional); Vampiros (1990 a 2004, 2,4 bilhões, fraude a licitações dentro do Ministério da Saúde); TRT de São Paulo (1992 a 1999, 923 milhões, envolvendo o Senador Luiz Estevão e o Juiz conhecido como Lalau);

BANESTADO (1996 a 2000, 42 milhões, no Estado do Paraná);

Banco Marka (1999, 1,8 bilhões, dentro do Banco Central;

Pobre Amazônia (1998 e 1999, SUDAM, 214 milhões);

Máfia dos Fiscais (1998 a 2008, 18 milhões, Câmara dos Vereadores de São Paulo); Mensalão (2005, 55 milhões, Câmara Federal, envolvendo o PT);

Sanguessugas (2006, 140 milhões, envolvendo 3 senadores e 70 deputados);

Operação Navalha (2007, 610 milhões, envolvendo o Ministério das Minas e Energia, nove Estados, o DF e a empresa Gautama).

Todos esse escândalos foram investigados pela Polícia Federal, monitorados pelo Ministério Público Federal e processados pela Justiça.

Mas, houve punição adequada?

Como vemos, a descoberta das falcatruas na Petrobras, conhecidas por todos desde as eleições de 2010, foram repetidas com maior perfeição nas eleições de 2014 e antes do segundo turno o governo se mobilizou politicamente para abafar as investigações: esvaziou a CPI da Câmara, tentou desconsiderar o magistrado Sérgio Moro, disse que se tratavam de investigações de cunho politico-partidário patrocinadas pela oposição e conseguiu retardar o que só agora vem a tona, com força total, pouco menos de um mês após a apuração de todas as urnas e a reeleição da Presidente.

Hoje comprova-se que não é especulação ou invenção eleitoral e sim uma certeza – pelo que já está apurado por documentos e declarações – trata-se do maior escândalo de corrupção do Brasil, alcançando a cifra de 60 bilhões retirados de uma única empresa, a Petrobras.

Os mandantes e beneficiários estão ligados diretamente ao governo federal, pertencem ao PT e aos partidos que dão sustentação política a Dilma, via as maiores empreiteiras do país.

Os empreiteiros, presos provisoriamente, já com a experiência do Mensalão, de que os figurões políticos conseguem a liberdade, estão aderindo maciçamente ao instituto da delação premiada.
Diante do quadro que se tem no momento, quando tudo parece levar ao caso do – sem saída para o governo que promoveu, ou ao menos chancelou o absurdo desfalque, somos surpreendidos com a fala presidencial, que se apossou da corrupção perpetrada para dizer em alto e bom som: “nunca antes neste país o Governo promoveu tão séria e severa investigação pela MINHA Polícia Federal, pelo MEU Ministério Público e pela MINHA Justiça Federal”.

Tudo virou Governo (e do Governo), porque não mais se tem a noção do que seja Estado e do que seja Governo. Tudo é uma coisa só.

O Ministro da Justiça, no mesmo diapasão, com a voz embargada por uma teatral indignação, disse: “estamos investigando, a Presidenta quer o maior rigor nas apurações, mas não vamos admitir o terceiro turno”.

E como já é de costume, como aconteceu no caso do Mensalão, alias, o governo afirma nada saber.

Porém, é difícil acreditar que a milionária campanha eleitoral governista, tenha sido bancada unicamente com o dinheiro do fundo partidário e doações espontâneas das empresas.

Não acredito que assim pensem a Polícia Federal (quase sucateada nesses quatro últimos anos) e o Ministério Público.

E muito menos, que se acredite que os brasileiros são cegos a ponto de não verem o que está realmente acontecendo.

A Presidente se elegeu com 53 milhões de votos e com o auxílio de 39 milhões de eleitores que lavaram as mãos ao darem seu voto em branco ou nulo.

Mas nós estamos vigilantes e mobilizados em nome da verdadeira democracia, da ética e da cidadania para, como oposição e testemunhas históricas, exigirmos maior rigor e pudor nas condenações.

Não vamos esmorecer.

Exigimos apuração séria e competente não pela Polícia de Dilma, mas pelas instituições democráticas deste país, nascidas antes do PT.

Realmente, nunca antes neste país se viu roubalheira igual.

Salvador, Bahia, 19 de novembro de 2014

Eliana Calmon