A verdade desnuda

Publicado em Verpeiro, em 17 nov 2014
Pedro Barusco, assessor de Renato Duque que é preposto de Zé Dirceu, o ex-braço direito de Lula, entrou na delação premiada e vai devolver à Petrobras US$ 97 milhões (R$ 252 milhões) encontrados em uma de suas contas no exterior. Renato Duque, chefe de Barusco, foi o titular da Diretoria de Serviços da Petrobras e é tido como o “operador do PT” no saque organizado à maior empresa do Brasil. Se o quarto da fila, seu assessor, tem isso numa conta pode-se imaginar até que profundidade alcança esse iceberg.
Continuam foragidos Adarico Negromonte Filho, o irmão de Mário, ex-ministro das Cidades da “faxineira” Dilma, que transportava dinheiro em malas para o doleiro Youssef lavar e operava a cota do PP de Paulo Salim Maluf, cabo eleitoral, com Lula, do atual prefeito Fernando Haddad de São Paulo, no “Clube” dos assaltantes da Petrobras, como era chamado pelos diretores das 9 empreiteiras que faziam parte desse seleto grupo, assim como Fernando Soares “Baiano”, tido como o “operador” do PMDB. Do PMDB latu sensu, isto é, porque os figurões mais graudos desse partido, como Renan Calheiros por exemplo, mantinham operadores e diretorias inteiras só para sí, como era o caso de Sergio Machado e da Transpetro onde movimentavam-se valores tão importantes que a Pricewaterhouse declarou ao mercado que não podia auditar o balanço da empresa enquanto Machado permanecesse lá dentro.
Dezessete diretores das maiores empreiteiras do Brasil já estão presos e ha ainda 6 sendo procurados pela polícia, mas a “fase política” da Operação Lava Jato ainda nem começou. E nem bem passaram três dias dormindo no chão de uma cela de um presídio de Curitiba e vários desses diretores, um dos quais foi ao Paraná em seu proprio jatinho para entregar-se à polícia, já pediram o benefício da delação premiada.
Eram todos “intocáveis”…
Nesse meio tempo, além da Price, dois governos estrangeiros com legislações anticorrupção com alcance internacional – o dos Estados Unidos e o da Holanda – já identificaram positivamente casos de aceitação de suborno de companhias nacionais suas por funcionários da estatal brasileira de cuja diretoria geral Dilma Rousseff resiste a remover Graça Foster, aquela cujo marido detém 42 contratos só dele com a Petrobras.
Brasília treme; Brasília não dorme…
Como “trailer” do que vem vindo por aí na “fase política” prestes a ser revelada, já se sabe que 8 das 9 empreiteiras até agora acusadas ajudaram a eleger 259 dos 513 deputados federais eleitos no mês passado, aos quais foram distribuídos R$ 71 milhões em doações de campanha, “provavelmente como mais uma forma de lavar o dinheiro” por elas desviado com corrupção e superfaturamento de contratos com a Petrobras e sua cadeia de fornecedores e prestadores de serviços, segundo os investigadores da Lava Jato.
Outros 70 políticos, pelo menos, informa-se no Ministério Público e no tribunal de Curitiba que centraliza as investigações, “estão envolvidos diretamente” em atos de corrupção ligados à operação. E os chefões das empreiteiras ainda nem começaram a falar…
Desse nível parlamentar e executivo para baixo a rede de agentes do vasto aparato montado para eleger e reeleger o PT e seus associados diretamente sustentados por pagamentos regulares do caixa geral da corrupção na Petrobras, o doleiro Alberto Youssef, segundo as provas recolhidas pela Polícia Federal até o momento, inclui do varejo de “bloqueios” individuais até prestações mensais pagas a um laranja que se apresenta como proprietário e diretor de um “jornal” inteiro, com staff e redação completos, o “Brasil 247″ publicado na internet.
E para completar, o “Eletrolão” promete estrear logo numa delegacia da Polícia Federal perto de você.
Para a Petrobras o custo dessa mega operação iniciada com a infiltração do engenheiro Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento da companhia em 2004, no início do governo Lula quando Dilma Rousseff era presidente do Conselho de Administração da estatal, chega a um volume tal que, 10 anos depois, a companhia está virtualmente paralizada.
Sem seu balanço auditado ela não pode, nem distribuir dividendos a seus acionistas, nem fazer novas captações no mercado de capitais. Os gestores dos grandes fundos internacionais, por exemplo, não têm mandato para por dinheiro em companhias que não tenham passado por auditorias internacionais. A Petrobras assumiu, porém, compromissos de investimentos de US$ 206,8 bilhões (R$ 535,6 bilhões) no período 2014-2018 e já ultrapassou todos os limites aceitáveis de endividamento, o que a deixa totalmente dependente desse mercado ao qual está, entretanto, com o acesso vedado até segunda ordem.
A companhia tinha em caixa R$ 66,4 bilhões em junho, valor suficiente para cobrir os R$ 23 bilhões em dividas vencendo até meados de 2015 e para sustentar dois trimestres de investimentos. Para manter o ritmo atual a empresa precisará de US$ 20 bi (R$ 52 bi) por ano em investimentos. Este ano conseguiu apenas US$ 13,6 (R$ 35,3 bi) antes que o mercado fechasse as portas para ela.
Com tudo isso a perspectiva de uma desclassificação do rating para baixo do “grau de investimento” determinada pela proporção entre endividamento em alta e Ebitda em queda, que obrigaria os fundos que ainda matêm ações da companhia as ponham à venda, torna-se uma ameaça mais que palpável.
Tão palpável, aliás, que o Tesouro Nacional foi contaminado pelo descrédito geral e só está conseguindo captar dinheiro pagando por antecipação, desde já, os juros que só deveria pagar depois de uma desclassificação do rating do Brasil. O papel de prazo mais longo que ele emite, que no mes passado pagava 5,3% de juros, este mes não encontrou colocação por menos de 6,35%.
Some-se a isso a virtual impossibilidade de se cortar consistentemente o gasto público num país onde tudo que está sob o vasto chapéu do Estado é intocável e, pior que isso, as repetidas afirmações da presidente reeleita e dos assessores que se mantiveram em seus cargos nesta transição de que tudo na economia brasileira vai às mil maravilhas e não ha nada que seja necessário fazer senão mudar o nome oficial do deficit para superavit primário e a conclusão será de que a situação da ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras e ex-ministra-chefe da Casa Civil no período em que a empresa foi tomada de assalto por essa máfia está se tornando tão insustentável que até o PT que sobrou começa a virar-lhe o rosto.
Num panorama como esse a repetição mecânica do mote de campanha de Dilma sobre a implacável “eficiência” e disposição da “sua polícia” de levar às últimas consequências uma investigação da qual ela é figura indesligavel até por obrigação legal como decorrência da descrição das funções e responsabilidades inerentes aos cargos que ocupou nos tres diferentes momentos de sua carreira ao longo do processo de tomada de assalto da Petrobras, soa cada vez mais como um mantra suicida.
Se tudo se passar como ela afirma que quer que se passe, quando a lâmina cair é a cabeça dela que vai rolar.
Veja conforme publicado:

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Tá feio

Meus amigos, tenho escrito neste espaço há muitos anos que este desgoverno está falindo o nosso País. Dizem que o furo na Petrobras é da ordem de R$ 59 bilhões. PQP! É muita grana.

Todos nós queremos os culpados em cana e a devolução deste dinheiro. Como vai ficar esta situação. Nossa alternativa é rezar para que os homens sério e de bem deste País façam a sua parte. Este Juiz está fazendo e muito bem, mas os salafrários estão buscando desmoraliza-lo a bem de seus interesses escusos.

Fico imaginando como está vida deste Juiz e da sua família. Que Deus na sua infinita bondade lhes dê o conforto necessário e que o magistrado possa fazer a sua parte.

O País tá quebrado.

O ARMISTÍCIO FRANCÊS DE 1940 – DEUTSCHE WOCHENSCHAU

O armistício de 22 de junho de 1940, também conhecido pelo nome de “Segundo Armistício de Compiègne”, foi um acordo firmado entre as autoridades da Alemanha e da França pondo fim nas hostilidades entre os dois países. O acordo foi assinado no chamado “vagão do armistício”,  que os franceses conservaram como troféu de guerra após  terem derrotado os alemães na Primeira Guerra Mundial. Hitler obrigou os franceses a se renderem dentro do mesmo vagão, para retribuir a humilhação imposta em 11 de novembro de 1918.
Assistam esta raridade que eu legendei e inscrevam-se no meu canal

Violência feminina

Uma em cada três mulheres no mundo sofre violência conjugal.
Entre 100 e 140 milhões de mulheres sofreram mutilações genitais, 70 milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos e 7% das mulheres correm risco de serem vítimas de estupro ao longo da vida.

Uma em cada três mulheres sofrem violência conjugal no mundo. Uma em cada três mulheres no mundo é vítima de violência conjugal, adverte a Organização Mundial da Saúde (OMS) em uma série de estudos publicada na sexta-feira na respeitada revista médica The Lancet.
Apesar da maior atenção dada nos últimos anos à violência contra mulheres e meninas,
esta ainda se mantém em níveis “inaceitáveis”, segundo a OMS, que considerou insuficientes os esforços feitos.
Em todo o mundo, entre 100 e 140 milhões de mulheres jovens e adultas sofreram
mutilações genitais, e cerca de 70 milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos,
frequentemente contra a sua vontade, enquanto 7% das mulheres correm risco de
serem vítimas de estupro ao longo da vida, destacaram os autores destes estudos.
A violência, “exacerbada durante os conflitos e as crises humanitárias”, têm consequências dramáticas para a saúde mental e física das vítimas, acrescentou a OMS.
“Nenhuma varinha de condão poderá suprimir a violência contra as mulheres. Mas temos provas de que são possíveis mudanças na mentalidade e no comportamento, e estes podem se realizar em menos de uma geração”, explicou Charlotte Watts, professora da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.
A organização das Nações Unidas reivindica um maior investimento por parte dos países e dos doadores para reduzir a discriminação contra as mulheres, destacando que não se trata apenas de um problema social e criminal, mas também um tema de saúde pública.
“O pessoal de saúde costuma ser o primeiro contato que as mulheres vítimas de violência têm”, disse a doutora Claudia García Moreno, encarregada da pesquisa de violência contra as mulheres na OMS. Por isso, este pessoal de saúde precisa de uma formação adequada.
Estes estudos sugerem aos tomadores de decisão política, pessoal médico e doadores
internacionais cinco pistas para acelerar seus esforços. Segundo eles, os Estados deveriam consagrar mais recursos para fazer do combate à violência contra as mulheres uma prioridade, reconhecendo que se trata de um freio para o desenvolvimento e o acesso à saúde. Ao mesmo tempo, todos aqueles elementos que perpetuam a discriminação entre os sexos, tanto nas leis quanto nas instituições, deveriam ser eliminados.
A promoção da igualdade, dos comportamentos não violentos e a não estigmatizarão das vítimas é uma necessidade, afirmaram os autores. A adoção de leis preventivas apoiadas na saúde, na segurança, na educação e na justiça permitirá também fazer evoluir as mentalidades.
Finalmente, os países deveriam favorecer os estudos e pôr em prática com mais rapidez as medidas que se revelarem mais eficazes na luta contra a discriminação de gênero.

Oportunidae única – leia com atenção

Oportunidade para microempresários no Brasil (programa europeu) candidaturas abertas até 07 de Dezembro <<

CONNECT é um programa de empreendedorismo cofinanciado pela Comissão Europeia que promove o intercâmbio de empreendedores entre o Brasil e a Europa. Possibilita a administradores de micro ou pequenas empresas no Brasil acolherem na sua empresa, por um período geralmente de 3 meses, um empreendedor promissor da Europa (que esteja a iniciar o negócio ou com negócio já estabelecido há menos de 3 anos).

O papel desses empreendedores de acolhimento no Brasil é crucial, na medida em que irão atuar como mentores e partilhar a sua experiência na criação e desenvolvimento de um negócio, ajudando os novos empreendedores da Europa a perceberem melhor o funcionamento do mercado brasileiro e fortalecerem competências. Os empreendedores de acolhimento brasileiros se beneficiarão do CONNECT através da expansão de oportunidades de negócio e de redes de contatos na Europa, além de conhecerem as competências dos novos empreendedores europeus, que darão uma contribuição valiosa à empresa brasileira com ideias inovadoras durante a estadia no Brasil.

Nota importante: o CONNECT não acarreta quaisquer custos para o empreendedor de acolhimento e não proporciona estágios de trabalho, mas sim o estabelecimento de parcerias de negócios frutíferas e duradouras entre empreendedores altamente motivados de ambos os lados do Atlântico! Mais informações aqui.

Tem interesse em participar e receber um empreendedor no primeiro semestre de 2015? Candidate-se até 07 de Dezembro aquiO formulário é muito simples e demora menos de 10 min a preencher.

Se tiver alguma dúvida sobre o programa não hesite em contactar info@eubrazilconnect.com.